Teste Minha mãe é narcisista?

COMO SABER SE MINHA MÃE É NARCISISTA?

Bem vindo ao teste Teste Minha mãe é narcisista?

1. Minha mãe raramente demonstra interesse genuíno pelos meus sentimentos.

2. Quando tento falar sobre minhas necessidades, ela muda o assunto para ela mesma.

3. Sinto que preciso “pisar em ovos” para evitar conflitos com ela.

4. Ela frequentemente me critica ou diminui minhas conquistas.

5. Espera que eu atenda suas necessidades emocionais, independentemente das minhas.

6. Usa culpa ou chantagem emocional para conseguir o que quer.

7. Costuma competir comigo ou tentar me “superar”.

8. Faz comentários que minam minha autoestima.

9. Ignora ou minimiza minhas opiniões.

10. Usa minhas vulnerabilidades contra mim em discussões.

11. Sente inveja ou desconforto quando recebo atenção positiva de outras pessoas.

12. Reescreve eventos passados para parecer melhor e me fazer parecer pior.

13. Evita assumir responsabilidade por erros, culpando os outros (inclusive eu).

14. Tem dificuldade de reconhecer ou validar minhas conquistas.

15. Usa comparações com outras pessoas para me diminuir.


5 comentários em “Teste Minha mãe é narcisista?”

  1. percebi recentemente com o que estou lidando. eu saí de casa com 18 anos , e eu precisei de lugar pra ficar algumas vezes,mas preferi passar necessidade do que voltar pra casa.
    eu sofri abuso sexual por 5 anos,dos 9 aos 14 anos,e quando ela pegou meu irmão em cima de mim enquanto eu estava dormindo,ela ficou mais preocupada com ELE do que comigo,e me coagiu a não denunciar,e me tratou como se eu fosse responsável pela vida dele kskks ela disse depois de uns dias que eu tinha que perdoar e esquecer,e que eu não deveria fazer como outras meninas que saem logo de casa pra não conviver com,e etc… hoje eu vejo como isso foi nojento,como isso foi cruel. e outras coisas que ela já fez,meu Deus isso não é coisa de mãe.. hoje,fora da dinâmica eu percebo como funciona,e como é triste. Ela sempre diz que meu pai é um narcisista,mas hoje vejo que os dois são tóxicos,e talvez sim eu tenha herdado traços e espero que consiga ser uma boa mãe pra minha filha😭 tenho 19 anos,conversei com uma amiga mais velha ontem,e senti vontade de fazer terapia, depois de escutar a experiência dela… Espero que um dia essa correria da vida me deixe ter um tempo…

    1. O que você viveu é muito grave, e entendo por que hoje, estando fora daquela dinâmica, você consegue enxergar algumas coisas de uma maneira diferente.

      Uma criança que sofre qualquer tipo de violência, NUNCA é responsável pelo que acontece. A responsabilidade é dos adultos ao seu redor, não dela. Suas dúvidas aos 18 anos, diz muito sobre o quanto aquela casa deixou de ser segura para você. É natural, que quando conseguimos sair fisicamente de um ambiente tóxico e abusivo, começamos a perceber coisas que, enquanto estávamos dentro, pareciam “normais”.

      Com relação a sua filha. Fique em paz! O fato de você estar refletindo sobre isso já mostra que você busca construir uma relação diferente. Ter vivido determinadas experiências não significa estar condenada a reproduzi-las.

      E sobre a terapia, às vezes, justamente porque a vida está corrida e essas experiências continuam ocupando espaço dentro da gente, é que se faz necessário o acompanhamento psicológico para ajudar a organizar essa história com segurança e no seu próprio ritmo.

      Agradeço imensamente o seu relato!!

    2. O que você viveu é muito grave, e entendo por que hoje, estando fora daquela dinâmica, você consegue enxergar algumas coisas de uma maneira diferente.

      Uma criança que sofre qualquer tipo de violência, NUNCA é responsável pelo que acontece. A responsabilidade é dos adultos ao seu redor, não dela. Suas dúvidas aos 18 anos, diz muito sobre o quanto aquela casa deixou de ser segura para você. É natural, que quando conseguimos sair fisicamente de um ambiente tóxico e abusivo, começamos a perceber coisas que, enquanto estávamos dentro, pareciam “normais”.

      Com relação a sua filha. Fique em paz! O fato de você estar refletindo sobre isso já mostra que você busca construir uma relação diferente. Ter vivido determinadas experiências não significa estar condenada a reproduzi-las.

      E sobre a terapia, às vezes, justamente porque a vida está corrida e essas experiências continuam ocupando espaço dentro da gente, é que se faz necessário o acompanhamento psicológico para ajudar a organizar essa história com segurança e no seu próprio ritmo.

      Agradeço imensamente o seu relato!!

  2. Em quesito mãe eu digo que fui premiada. Assim que eu nasci fiquei responsável pela minha bisavó, um tio e uma tia minha que moravam na mesma casa, pessoas maravilhosas. Minha genitora para mim sempre foi como uma barriga de aluguel uma completa estranha. Eu aos 4 anos fui adotada (guarda quase definitiva) dentro da mesma familia por uma tia que morava em são paulo, porque minha bisavó tinha muito receio se caso ela viesse falecer e eu ficasse sozinha.

    Comecei uma vida em são paulo e eu nunca gostei da minha mãe adotiva sempre achei ela algúem amarga, autoritaria, instavel, agressiva. Ela era legal de vez em quando mas eu aprendi a entender a instabilidade emocional repentina nela no dia a dia. Cresci sendo vista como a problema. Sempre fui boa aluna em materias de humanas tendo grande facilidade com textos e interpretação enquanto em exatas eu tive trauma porque ela me dava aula em casa e ela mais me dava medo profundamente medo do que ajuda. Ao ponto de pegar meu rosto e esfregar no livro e eu me tremer de medo. Sempre que eu ia mal na escola de boletim algo relacionado a isso ela ligava para minha familia de belem para marcar de eu passar as ferias como forma de punição meio que para se livrar de mim por um tempo. E muitas das vezes ela usava essa mesma ameaça falando que se eu não desse o devido valor pela vida que eu estava levando em são paulo eu ia voltar pr abelém e não ia direto pra casa da minha bisavó ia morar com a minha genitora. Sim, ela dizia isso e não foi poucas vezes. No decorrer dos anos eu descobri que tinha tdah era excelente em muitas coisas e outras não. 8 ou 80, cresci com a sensação de que eu era um caso a ser estudado, nunca tive privacidade para errar para ser eu mesma por que qualquer informação minha era vazada, seja notas, comportamentos ( era uma criança mto calma e tranquila) etc. cresci e cada dia aumentava na adolescencia foi tragico tinha uma inimiga dentro de casa que me via como uma vagabunda. escondi os poucos relacionamentos que eu tive nessa idade. Eu adorava ler escrever criar frases e ela via aquilo como mais uma critica a ser feita. Eu to sendo bem gentil com o que ela fez nos anos. Criança a adolescencia eu amava escola integral eu tinha inveja das minhas amiguinhas que tinham maes maes mesmo. Quando estava a ver qual curso ia fazer na faculdade ela das opções que eu tinha escolhido todas ela criticava. Ai eu escolhi outro curso e assim que entrei eu toda feliz compramos a camiseta do curso para tirar a primeira foto da turma eu me lembro dela fazendo pouco dizendo que eu era arrogante demais que tava querendo sair na rua me amostrando com o curso que eu estava fazendo. Eu fiz alguns estagios na epoca da faculdade o que é normal pegar experiencia aprender em lugares diferentes. E sempre criticou como se de novo eu fosse garota problema que não para em estagio sai de todos, fiz 4 estagios nos anos do curso porque ESTÁGIO É PARA APRENDER GANHAR EXPERIENCIA.

    ESQUECI de informar que cresci com um preconceito vindo dela sobre tdah me chamava desde criança e adolescencia de idiota, burra, filha da puta, escrota e outros nomes. Queria que eu aprendesse desde nova a ser algum funcional fazer tudo o tempo todo.

    E tambem a minha genitora me fez o favor de errar pela segunda vez e gerou outro filho com outro cara e a familia claro se esforçou o maximo para me titularizar irma da criança que estava nascendo. Que claramente é tão vitima quanto eu da irresponsabilidade dessa mulher. Quando ela tinha uns 2 anos por ai 3 algo asssim minha mae adotiva começou com comentarios de voce nao gosta da sua irma voce rejeita ela. Como se eu tivesse culpa dela nascer, sendo que moramos em outro estado outa vida outro ritmo e 10 anos de diferença. Ela fez tanta critica nesses anos como se eu a rejeitasse que criou uma narrativa forçada, uma obrigação. Que demorou anos pra me libertar disso enfim tem tanto mais coisas que é isso………

    1. Tudo que você compartilhou, mostra o quanto você precisou amadurecer e se adaptar para lidar com aquilo que uma criança não deveria passar. Ter recebido moradia, educação ou oportunidades não apaga o impacto emocional negativo.

      Depois de muito tempo tentando provar que não somos aquilo que os outros diziam, quase sempre nos obriga a descobrir quem somos, além da defesa contra a narrativa.

      Obrigado por compartilhar algo tão difícil.

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